Água

Após um longo processo de evolução no saneamento básico, que começou entre os anos de 1883 e 1889 (Período Áureo da Borracha) e sofreu grandes transformações a partir de 2000, a cidade de Manaus já é referência no tratamento e distribuição de água potável no norte do País.

Atualmente, mais de 630 milhões de litros de água são retirados diariamente do Rio Negro e produzidos sob um rígido controle de qualidade realizado pela Águas de Manaus.

Aproximadamente 30 mil análises são realizadas mensalmente, num processo produtivo que envolve mais de 600 pontos de coletas, entre hospitais, clínicas dentárias, escolas, restaurantes e outros locais estratégicos, onde há uma maior concentração populacional e de grupos com maior impacto pelo consumo direto ou indireto da água.

Ao todo são mais de 80 parâmetros determinados e monitorados, desde a característica que mede o grau de coloração e turbidez (transparência) da água, a metais pesados e bactérias (ausentes, garantindo o padrão de potabilidade).

A água captada nos mananciais superficial e subterrâneo é submetida a um processo de tratamento antes de ser liberada ao consumo. Para a água do Rio Negro, este processo envolve as seguintes etapas:

O sistema de abastecimento de água de Manaus é composto por quatro Estações de Tratamento de Água (ETAs). No Complexo de Produção da Ponta do Ismael, onde está a sede da Águas de Manaus, na zona Oeste, estão localizadas a ETA 1 e a ETA 2, responsáveis por abastecer 80% da cidade. A ETA Mauazinho fica no bairro de mesmo nome, na zona Sul da capital e a ETA Ponta das Lajes é a responsável pela distribuição de água do Programa Águas para Manaus (Proama), situado na Zona Leste. A Águas de Manaus possui, ainda, outros 41 Centros de Produção de Águas Subterrâneas (CPAs) em operação.